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Ep#9 – Ansiedade

Nervo vago, Microbiota e práticas pouco convencionais para acalmar a ansiedade.

Descubra os 3 passos para vencer o maior inimigo da manutenção de hábitos saudáveis.

Nesse podcast você vai aprender:

  • O que é o nervo vago e a conexão com a ansiedade
  • O papel da microbiota na ansiedade e depressão
  • Como melhorar a microbiota e acalmar a ansiedade
  • A explicação para a ansiedade sem explicação
  • As práticas para resetar o nervo vago e parar com a ansiedade
01:17 - Sistema Nervoso e a Microbiota
05:37 - O que é o nervo vago?
07:48 - A microbiota e a ansiedade
12:48 - E os probióticos?
16:53 - A explicação para a ansiedade sem explicação
19:49 -  Enfim, como controlar a ansiedade?

Transcrição do Áudio

[Tammy]

¡Buenas, buenas! Hoje nós estamos por aqui tomando um cafezinho para gravar um novo podcast em que a gente vai falar sobre:

[Laura]

A gente vai falar sobre o nervo vago, microbiota e ansiedade.

[Tammy]

Ui, quanto nome difícil! Pois é, vários nomes difíceis, algumas coisas que nem eu sei muito bem. Mas você falou um nome que me chamou a atenção: ansiedade. Eu acredito que muitas pessoas hoje em dia estejam sentindo muito essa ansiedade com tudo que está acontecendo no mundo, com o fato de ter que estar dentro de casa, crianças dentro de casa, não poder sair, não poder ter a vida normal que sempre teve. Acho que os níveis de ansiedade de uma maneira geral aumentaram. Explica pra gente que esses nomes difíceis que você falou aí tem a ver com a ansiedade.

Sistema Nervoso e a Microbiota (01:17)

[Laura]

Bom, na verdade você falou aqui que a ansiedade com toda essa questão do covid-19 aumentou bastante. Eu não sei se os números estavam certos, mas eu estava lendo outro dia que aumentaram de forma drástica. O Brasil, segundo a OMS, é um dos países que mais sofre com o Transtorno de Ansiedade do mundo. E a maior parte dessas pessoas que sofrem de ansiedade são mulheres.

Mas não é isso que eu quero falar aqui, o que eu quero falar é que muitas vezes, e eu falo isso porque eu sofri na minha própria pele essa questão da ansiedade de você estar fazendo tudo o que tem que ser feito para não sentir ansiedade do ponto de vista psicológico, estar monitorando os pensamentos, e toda essa questão que a maior parte das pessoas conhece sobre a ansiedade e a depressão e o papel que tem alguns neurotransmissores como a serotonina, mas o que muitas pessoas não falam, e que está começando a ser falado há alguns anos já nas pessoas que estão mais conectadas na medicina funcional e integrativa, de qual é o papel não só psicológico mas também fisiológico e biológico da ansiedade.

Nosso sistema nervoso tem três ramificações, a ramificação simpática, parassimpática e entérico. Eu vou explicar um pouquinho o que é isso. O simpático é o que te coloca em luta ou fuga, é o sistema que se alguma coisa está te atacando e você percebe que alguma coisa está te atacando você vai ter a capacidade de lutar, fugir, ou, em muitos casos, ficar paralisado. O parassimpático é o sistema que nos coloca em estado de relaxamento e digestão, o que permite que a gente possa digerir a comida, ficar relaxado, que os sistemas internos funcionem sem a gente ter que fazer nada e de uma maneira boa.

O interessante aqui é que os dois não podem funcionar ao mesmo tempo, quando um está ativado, o outro está desativado. Então está um ou outro funcionando. No mundo em que a gente vive hoje, onde a percepção que a gente tem do mundo externo, geralmente nos coloca em estado de estresse, o nosso sistema simpático é o que está mais predominantemente ativado e isso causa um monte de estragos em nossa saúde. Um dos estragos que isso provoca é uma alteração na nossa microbiota.

A gente falou em outro podcast sobre a importância da microbiota que é essa flora intestinal, esse conjunto de microrganismos que a gente tem, bons e ruins, que nos permite ter saúde. 80% dessa microbiota faz falta pro sistema imunológico então é fundamental a gente estar constantemente monitorando como isso está na nossa vida. Agora os Sistemas Nervosos Parassimpático e Simpático têm terminações nervosas que se comunicam com um nervo principal que é o nervo vago.

O que é o nervo vago? (05:37)

Esse nervo vago, que de vago não tem nada, vago é preguiçoso em português e de preguiçoso ele não tem nada. É a nossa principal comunicação entre o cérebro e o intestino. A gente também tem o sistema entérico que cobre toda a extensão do sistema digestivo, o sistema entérico é o segundo nervo no corpo que tem mais terminações nervosas depois do cérebro. Tem mais finalizações nervosas do que a coluna vertebral. Então tem um papel fundamental na nossa saúde.

Essa microbiota faz essa comunicação. Eles estão ali e tem acesso completo ao nosso sistema nervoso. E eles sentem o que está acontecendo do lado de fora no nosso ambiente, no nosso terreno interno, e comunica a nossas células o que está acontecendo. Então está constantemente havendo uma comunicação de mão dupla onde através desse nervo vago chegam mensagens boas e não tão boas.

[Tammy]

Então na verdade o que você está dizendo é que a comunicação é de mão dupla, não é de mão única. Não é só porque a gente percebe uma loucura do lado de fora, a gente tem a percepção de um mundo ou de algo que nos estressa, que faz com que isso aconteça, mas também o contrário. Ou seja, se o nosso microbioma está alterado de alguma forma isso vai ser enviado essa informação para o nosso cérebro e a gente vai ter uma resposta de ansiedade por conta de algo interno, e não só externo? É isso?

A microbiota e a ansiedade (07:48)

[Laura]

Algo assim, vou entrar mais em detalhe agora, mas o importante é entender que antes se acreditava que a informação ia do cérebro para o intestino, e hoje se sabe que 80% da comunicação vai do sistema digestivo para o cérebro, é o contrário. Então o que está acontecendo no nosso terreno interno envia informações para o nosso cérebro.

E o que acontece? Quando a gente tem um desequilíbrio nesse microbioma, ou seja, a gente tem os bichinhos bons e os não tão bons. Os bichinhos bons digerem a comida que a gente come e a partir dessa digestão geram compostos que se ativam no cérebro e ativam o sistema parassimpático ou simpático, então o que a gente coloca na boca vai afetar essa digestão e vai alimentar ou os bichinhos bons ou os bichinhos ruins. Quando esses bichinhos bons são alimentados, esses compostos que são gerados ativam o sistema parassimpático, o sistema que nos coloca em relaxamento, digestão, sistema imunológico se fortalece, etc.

Agora quando o que a gente come e não só o que a gente come como o que a gente percebe o meio ambiente, quando os bichinhos ruins são alimentados e começam a predominar, o que é ativado? O sistema simpático, o sistema que nos coloca em luta ou fuga constante. Então tem muitas pessoas, e eu vivi isso na pele, de achar “estou fazendo tudo certo, estou me monitorando, não estou tendo pensamentos ruins, não estou tendo nenhuma situação que me coloque em resposta de ansiedade.” E mesmo assim sentir uma ansiedade louca como se estivesse uma vida dentro de mim separada. E eu fui descobrir que eu tinha parasitas.

As parasitas são um tipo de microrganismo ruins que muitas pessoas acham que não tem, mas no nosso mundo de terceiro mundo é mais comum do que a gente imagina. Agora por que que entra esse bicho no corpo? Porque a gente está num estado simpático de luta ou fuga constante, e o sistema imunológico está debilitado e um monte de coisas entram.

[Tammy]

É o estado simpático que de simpático não tem nada.

[Laura]

Assim como o nervo vago não tem nada de preguiçoso, de simpático não tem nada. Então, por exemplo, um dos compostos que são fundamentais para a nossa saúde intestinal e do nosso cérebro são os ácidos graxos de cadeia curta, como por exemplo o butirato que é produzido através da digestão que as bactérias fazem com a comida que a gente come, especialmente certas fibras. Então esses compostos chegam no cérebro e nos colocam num estado parassimpático.

[Tammy]

Eu ia fazer uma pergunta então, porque ouvindo tudo isso que você está dizendo agora, que faz sentido, tem lógica tudo isso, é por isso que existe um aumento tão grande da ansiedade, não só pela maneira como a gente vive hoje em dia, mas pela maneira que a gente come hoje em dia. Então a solução para isso é a gente mudar a nossa alimentação, começar a ter uma alimentação certa que vá fazer com que os bichinhos produzam esses compostos que vão para o cérebro e levam a gente para um estado parassimpático, um estado de relaxamento e digestão, e que tudo fique mais tranquilo do lado de dentro e aí do lado de fora também.

[Laura]

Exato. Primeiramente você precisa parar de alimentar os bichos ruins. A maior parte da alimentação das pessoas é alimento para o bicho ruim. Depois, começar a fazer a alimentação certa e obviamente depois você precisa eliminar esses bichos com fitoterápicos e tratamentos que não sejam convencionais, e depois você tem que restabelecer essa flora, mas já com a alimentação correta. Você estará parando a proliferação desse desequilíbrio.

E os probióticos? (12:48)

[Tammy]

Tem uma coisa que muitas pessoas falam e ficou um pouco popular. Muita gente diz “ah, eu preciso tomar probióticos para restabelecer a minha flora.” É verdade isso? Fala um pouco sobre isso.

[Laura]

Se você tem um desequilíbrio na sua flora e você toma probiótico, você vai sofrer muito. Porque, primeiro, você vai estar colocando bactérias no seu sistema que talvez seja de outra parte do mundo e que seu corpo não reconhece. Como que se instala essa microbiota? Quando a gente nasce, especialmente quando a gente passa pelo canal vaginal, somos expostos a todas essas bactérias, é a primeira exposição. Depois através da terra, dos bichos, animais, então essa coisa de estar sempre limpos e na bolha de limpeza absoluta é a pior idiotice que a gente pode fazer para o nosso sistema imunológico. É estando expostos a esses microrganismos que a gente cria a nossa imunidade.

[Tammy]

Tá ótimo e faz parte de uma infância saudável botar a mão no chão, botar a mão na boca, comer terra, todo esse tipo de coisa que hoje em dia muita gente fica aterrorizada de pensar que a criança faça.

[Laura]

E estar em contato com pet também é fundamental. Estávamos falando dos probióticos. Mais do que probióticos, a questão aqui é dar comida para os bichos que você já tem. Como você faz isso? Através da diversidade dos alimentos, dos vegetais, de não comer sempre a mesma coisa, ter diversidade. Aos poucos comer diferentes alimentos, e não sempre a mesma coisa. Claro que estou falando de comida de verdade, não estou falando de produtos alimentícios, porque isso não tem nada de bom para nossa microbiota, pelo contrário, é o que alimenta os bichos ruins.

Essa diversidade primeiramente, quanto mais diversidade mais possibilidade nosso corpo vai ter de alimentar esses bichinhos que vão nos colocar nesse estado de relaxamento e digestão. Quanto menos diversidade, pior será a questão.

Quando a gente está alimentando esses bichinhos ruins acontece algo que é muito interessante. Existem alguns desses microrganismos que são oportunistas então eles atravessam o nervo vago, que é o canal de comunicação, como uma estrada gigante onde a comunicação acontece, e não só com o intestino, é com o coração, os pulmões, vários órgãos. Quando temos a predominância desses bichos ruins, eles recebem a informação de que a gente está estressado, em um estado de predominância do sistema simpático, e eles tem sinalizadores que falam “Opa, o sistema está comprometido, vamos atacar agora.”

Então eles atacam quando sua imunidade já está baixa. Um exemplo claro disso é a Herpes. Quantas pessoas tem herpes quando passam por uma situação de nervosismo, de algum tipo de estresse, e a herpes se manifesta? Isso é claríssimo.

A explicação para a ansiedade sem explicação (16:53)

[Tammy]

Acho que quase todo mundo. Pelo menos todo mundo que eu conheço que tem herpes, ela surge justamente por uma questão de nervoso, por algo psicológico, na grande maioria das vezes.

[Laura]

Eles percebem essa sinalização dos hormônios do estresse, cortisol, epinefrina, norepinefrina, no sangue e eles atacam. Depois que eles atacam e se reproduzem, as toxinas que eles liberam produzem ainda mais hormônios do estresse. Então aí vem de novo, “Estou sentindo essa ansiedade, por que?” Justamente porque o nosso corpo está em um estado de estresse, e eles percebem esse estresse, atacam, as toxinas que eles vão liberar geram ainda mais estresse e vira um ciclo vicioso que você não consegue parar. Infelizmente a medicina convencional não tem muito conhecimento de tudo isso e dão remédios para parar a ansiedade, a ansiedade continua e as pessoas entram numa depressão, etc.

Essa informação é tão importante, por isso eu queria falar muito sobre isso aqui, por mais que “nervo vago, simpático, parassimpático” sejam palavras confusas, mas acho fundamental porque as pessoas vão ter essa informação e começar a ir mais fundo antes de se submeter a algo mais invasivo ou que tenha efeitos secundários quando na verdade a raiz do problema não está sendo atacada.

Esse estresse constante, a longo prazo, faz com que o intestino comece a sofrer e possa ter intestino permeável, e aí começam um monte de outras situações como doenças autoimunes, alergias, etc.

[Tammy]

É realmente um ciclo vicioso que vai desencadeando uma série de coisas que vão só piorando a saúde da pessoa. Começa como uma simples ansiedade, mas vai para a imunidade, vem um monte de coisa. É um ventinho de nada, mas que com o tempo vai aumentando e virando um vendaval, um furacão.

E para as pessoas que estão escutando esse podcast até agora, o que você diria que elas precisam fazer se elas têm esses episódios de ansiedade, já tentaram de tudo e continuam tendo? O que você diria que é a primeira coisa que elas precisam fazer?

Enfim, como controlar a ansiedade? (19:49)

[Laura]

Bom, mudar a alimentação. Como tudo nesse mundo, a gente está aqui só porque a gente tem algo para colocar na nossa boca pelo menos 3 vezes por dia que é o nosso combustível. Esse combustível precisa ser o combustível certo. Primeiramente isso. Agora tem duas partes.

Tudo isso que eu falei sobre a microbiota e esse desequilíbrio, essa disbiose, e também o que eu falei do nervo vago, que as vezes essa comunicação do nervo vago está interrompida por algum motivo. Todas essas coisas que eu falei também prejudicam essa comunicação do nervo vago. Então a alimentação também se aplica a isso, mas também há outras coisas que você pode fazer para que o nervo vago esteja mais equilibrado e não sempre nos colocando em um estado simpático, luta ou fuga e estresse, e sim que a gente tenha um equilíbrio e consiga estar mais no estado de relaxamento. Hoje é muito mais desequilibrado para o lado do simpático o que para o parassimpático.

A comida é o número um, depois existem práticas que a gente pode fazer, como a respiração. Respirar de forma consciente e especialmente retardando a exalação. Respira profundo, retém a respiração por alguns segundos e depois exala, mas exala por mais tempo do que você inalou. A exalação precisa ser maior.

Existe um tipo de respiração chamado 4:4:4:4, você inspira em 4, retém por 4, solta por 4, retém por 4. Essa é uma maneira simples de fazer, mas essa respiração consciente ao longo do dia, você não precisa ficar 1h sentado fazendo essa respiração. Se você pode fazer isso, ótimo, mas se não puder, 2 minutos distribuídos ao longo do dia vão ser tão benéficos quanto 1h de uma vez.

Também temos os banhos de água gelada, mesmo na cara. Ela reseta o nervo vago, corta o padrão de estar em estresse e dá um choque, um estresse bom e agudo do momento que vai fazer com que seu corpo esteja melhor preparado para o futuro. É como se você fosse na academia e para que o musculo cresça você precisasse erguer só uma carga muito grande que vai além do que você acha que é a sua capacidade.

Outra coisa muito importante é o exercício. O exercício físico reseta o funcionamento do nervo vago. E algo por que eu sou apaixonada, mas acho que todo mundo deveria ter acesso a isso, que é a jardinagem. Ter uma horta, estar em contato com a terra. Essa percepção do mundo exterior que é o mundo que o nosso DNA foi criado para viver, reseta o nervo vago. Eu escuto as pessoas falando hoje de biohacking, hackear o corpo, não gente, isso é o nosso estado natural. O que a gente fez ao longo desse tempo é que está errado. Essas práticas são naturais, se você olha no passado todo mundo fazia essas coisas como parte do dia a dia. Ninguém estava constantemente com o ar condicionado ligado, ou com aquecimento constantemente ligado e nunca se submeteram a um incomodo.

Esses incômodos nos fazem crescer. Na história da humanidade isso foi parte na nossa saúde. Então essas práticas que eu falei aqui são excelentes para colocar nesse estado de relaxamento. E outra é o gargarejo, que também é uma ferramenta para resetar o nervo vago.

[Tammy]

Maravilha, aí você já tem muitas ferramentas, muitas coisas que você pode fazer. Obviamente tudo na vida é consistência. Não adianta a gente fazer uma vez um gargarejo e achar que vai mudar tudo, não adianta a gente fazer uma vez a respiração e achar que vai mudar tudo. Obviamente é necessária essa consistência durante um tempo para que o corpo se acostume de que aquilo é algo que ele pode contar porque você está sempre fazendo, assim como a alimentação também.

Todo mundo que está aqui provavelmente já sabe que a gente é super sobre a alimentação, para nós é a base, a alimentação é o que pode mudar toda a sua vida porque é base da pirâmide de todas as áreas da sua vida. É a saúde, é o seu corpo físico.

[Laura]

É o que vai resolver 90% dos problemas.

[Tammy]

Exatamente, são os 20% que você pode fazer que vai dar 80% do seu resultado. Então, você mudando os eu corpo físico você consegue mudar todo o resto, todas as outras áreas da sua vida. A maneira de mudar o seu corpo físico, a primeira e mais fácil delas é através da alimentação. Claro que tem várias outras coisas, exercícios, etc. Mas se você muda a alimentação, todo o resto é impactado por isso.

Se você quiser saber mais, procure a gente no nosso canal do YouTube, no Instagram também. Conheça mais, veja mais em vários outros lugares toda a informação que a gente coloca por aí sobre como você pode fazer para ter uma vida mais feliz e saudável comendo melhor, se alimentando melhor, e alimentando o seu corpo de uma melhor maneira.

[Laura]

Então o Instagram é @puraeco, e o canal do Youtube é PuraEco TV. A gente se vê, ou se escuta, se ouve, no próximo podcast.

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2 comentários em “Ep#9 – Ansiedade”

  1. Eu tenho problema com a ansiedade e as vezes me dá crise de pânico, é muito ruim. Eu queria muito ficar livre de Tomar remédios, ficar bem comigo e com as pessoas. Também não consigo emagrecer… faço controle com a nutricionista e ao invés de emagrecer só faço e engordar mais.

    Responder
    • Oi Rosana, você não está sozinha. Hoje cada vez mais pessoas estão passando pela mesma situação que você. Mas por que é cada vez mais comum, não significa que é normal e você não deve se conformar. Se o tratamento com a nutricionista não está funcionando, mude a abordagem. Se o remédio pras crises não está funcionando, procure outro médico ou outra solução. O importante é você saber que pode voltar a se sentir bem e fazer algo para isso. Parabéns por ter dado o primeiro passo e escutado nosso podcast. Continue absorvendo as informações mas, acima de tudo, coloque em prática o que você tem aprendido aqui. Nosso canal do YouTube tem muitos vídeo com informação que pode te ajudar nessa caminhada e te ajudar a se sentir com mais energia e vitalidade todos os dias. Deixo aqui o link do YouTube caso queira ir lá conferir — http://www.youtube.com/puraeco

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