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Ep#1 – Manifestando Seus Sonhos

Conheça a história de Laura & Tammy, como tudo começou e o que as fez criarem a vida dos seus sonhos.

 00:51 - Como Laura & Tammy se conheceram 
 01:20 - A fascinação da Tammy por histórias 
 02:00 - Sobre histórias e imaginação 
 04:09 - O primeiro encontro em Toronto 
 06:57 - Como a Laura queria viver a sua vida 
 10:02 - O que elas devem fazer para ter a vida dos sonhos? 
 14:09 - Essa vida que tanto desejam é realmente possível? 
 16:39 - A ida ao Brasil e a volta ao Canadá 
 21:16 - Vamos ficar na Argentina?
 22:30 - O Lugar especial 

Transcrição do Áudio

Buenas buenas! Estamos aqui para o primeiro episódio deste podcast!

Sejam muito bem vindos estamos aqui também nos primeiros dias na Argentina de inverno, sentadas na cozinha, bebendo um chá com um foguinho na lareira. Estava com saudades desse friozinho, o calor estava demais para mim, já estava com saudades. 

Como Laura & Tammy se conheceram (00:51)

[ Laura ]

Hoje a gente vai falar um pouquinho da nossa história, de como tudo começou entre a Tammy e eu… como nos conhecemos, como chegamos aonde estamos hoje. 

Na verdade, tudo que eu aprendi na minha vida foi ou por alguma história minha pessoal, ou por histórias de outros, então decidimos que esse podcast vai ser baseado em histórias! Ou nossas ou baseadas em pessoas que possam deixar de alguma maneira um aprendizado ou deixando a gente fazer alguma introspecção de alguma maneira que nos ajude a crescer!

A fascinação da Tammy por histórias (01:20)


[ Tammy ]

Eu sempre gostei muito de histórias! Na verdade eu cresci ouvindo histórias. Minha adolescência, algo que me marcou muito foi meu pai sempre contava histórias! 

A gente tinha a coleção dos irmãos grimm, todos os livros! E cada dia era um livro diferente e uma história diferente e eu as vezes não dormia até o final da história  e as vezes eu dormia no meio porque eu já tinha ouvido aquela história e foi algo que me marcou muito e que me fez continuar permitindo que a minha imaginação fluísse! 

Sobre histórias e imaginação (02:00)

Porque esses contos, essas histórias, às vezes elas são uma grande metáfora elas não têm uma correlação, não são 100% reais mas elas sempre tem uma moral, sempre existe uma moral na história que nos ensina muito e as histórias também, eu gosto muito de histórias porque elas têm a capacidade de fazer com que a nossa imaginação voe, que é algo que as crianças têm e sabem fazer muito bem e que os adultos muitas vezes vão deixando de lado né?

Conforme a gente vai crescendo a gente vai deixando de lado e é algo que eu acredito fortemente que a gente precisa cultivar! Que a gente precisa não deixar morrer a gente precisa ter essa capacidade de imaginar as coisas e isso por quê? Porque o nosso cérebro ele na verdade não sabe o que é imaginação, do que é realidade, ele não sabe diferenciar, para ele é o mesmo!

É o que acontece quando a gente está dormindo e a gente sonha que ta caindo e dá um tranco na cama, é exatamente isso, porque o nosso cérebro tá vivendo uma realidade, então quando a gente tem o poder de imaginar algo dentro da nossa mente, dentro da nossa cabeça, a gente tem a capacidade de criar algo que ainda não existe que toda a teoria da manifestação vem justamente por ai! Quando a gente tem o poder de criar isso, antes mesmo que ele exista!

E pegando esse gancho, o que a Laura disse que nós vamos contar um pouco hoje, contando uma história hoje de como a gente se conheceu, de como a gente começou a trabalhar junto, enfim, como é a nossa história e porque que a gente tá aqui nesse lugar que ela descreveu um pouquinho para você nesse primeiro dia de inverno.

Tudo fez parte justamente de uma possibilidade de imaginar! de imaginar as coisas! 

O primeiro encontro em Toronto (04:09)

[ Laura ]

Mas a gente se conheceu em Toronto, pouca gente sabe disso, a gente não se conhecia antes, não é porque ela é argentina e eu sou brasileira, nada a ver, a gente tava fora da américa do sul! As duas moravam no Canadá e a gente se conheceu na verdade jogando futebol, né? 

Pouca gente sabe disso! Na verdade a gente já tinha se visto algumas poucas vezes, porque tínhamos umas pessoas em comum, em algum aniversário, algum momento. 

Mas um dia eu cheguei no campo de futebol, na verdade eu jogava em uma liga feminina, em toronto o futebol feminino é muito forte e importante, um dos esportes mais populares e todos os verões tinha essa liga, mas esse ano especificamente tinha decidido que ia tomar um tempo para ir todos os finais de semana para Nova Iorque, porque Nova Iorque fica bastante perto de toronto então ia todos os finais de semana, e um dia cheguei em um campo de futebol para jogar, e a Tammy estava jogando com a minha mesma camiseta do meu time!

E eu falei para ela, mas o que você está fazendo aqui? Esse é meu time, essa é minha liga, porque eu tinha jogado lá por três anos, era a terceira ou quarta temporada que eu estava jogando lá! 

[ Tammy ]

Foi muito interessante isso, porque já eram tres meses, eu acho, da temporada e a gente nunca tinha se visto!  A gente já se conhecia por uma amiga em comum, mas assim, só de eventos que aconteciam e a gente se re viu, digamos assim, nesse momento aí, depois de três meses, porque quando ela ia eu não ia, quando eu ia, ela não ia! 

Eu tava trabalhando muito, tinha dois empregos nesse momento, nem todo sábado na hora que acontecia o jogo eu tava liberada, então nesse sábado, três meses depois de já ter começado a temporada a gente se viu no mesmo time, e foi isso que fez com que a gente começasse a conversar, que foi muito interessante porque a gente tinha vida muitos diferentes, estilos de vida, a gente era muito diferente nesse momento, meio que assim como água e azeite!

[ Laura ]

Mais ou menos isso, eu tinha finalizado a escola de nutrição e nesse caminho criando ‘’my practice’’ e tinha dois empregos também. 

Como a Laura queria viver a sua vida (06:57) 

E um dia eu lembro que eu falei pra Tammy como que eu queria viver a minha vida, nesse momento eu lembro que estava fazendo voluntariado em alguma fazendas lá no Canadá e eu falei para ela assim, eu quero morar no meio do nada, eu falei pra ela!

[ Tammy ]

 Na verdade você usou a palavra ‘’forest’’ e a palavra ‘’forest’’, eu traduzi na minha cabeça como Floresta! 

[ Laura ]

Pra mim era o bosque, mas das coníferas, do norte do Canadá ou mesmo sul da Argentina, era outra paisagem, e eu lembro dela falar pra mim: 

Mas assim você quer viver? Tem certeza disso?

Claro eu era a menina campo, horta, alimentos orgânicos e a Tammy nesse momento era qual era o último iphone, mais importante.

[ Tammy ]

Eu sempre fui tecnológica, e gosto desses gadgets e tava em um momento muito social com muitas pessoas, sempre em festas e muito trabalho também, trabalhando demais, e pra mim esse ‘’Forest’’ eu vi a floresta amazônica eu vi a floresta amazônica, uma casa no meio da árvore e falei:

 ‘’caramba você tem certeza que é isso que você quer?’’ Morar nesse lugar?

[ Laura ]

O poder da comunicação ne? Às vezes nós queremos expressar uma coisa e na cabeça da outra pessoa tem uma representação do que ela conhece sobre isso que é completamente diferente, então ela achou que eu queria morar sem luz elétrica, em uma árvore comendo manga e banana. Mas para mim era um pouco diferente o que eu tinha na minha cabeça.

[ Tammy ]

A gente conseguiu se comunicar melhor quando ela me disse que ela tinha um sonho de ter um Bed & Breakfast, em algum lugar no Brasil, e eu falei ‘’olha que interessante’’ porque essa era uma ideia que em algum lugar na minha cabeça também estava presente!  E foi aí que as coisas se alinham um pouco mais.

E papo vai papo vem a gente começou a perceber que muitos valores que a gente tinha  era em comum, e principalmente um desejo, não só de ter um Bed & Breakfast em algum lugar, mas um desejo de permitir que pessoas venham e vão e que a gente possa ajudar essas pessoas de alguma maneira, tocar essas pessoas de alguma maneira, e principalmente, ou não, talvez não principalmente, e também, uma vida simples, uma vida tranquila, isso era o que as duas estavam realmente buscando. 

E a pergunta nesse momento que a gente estava vivendo, morando em        toronto, cada uma com a sua vida agitada, dentro da roda, dentro da vida, como ela vai acontecendo, eu com dois empregos, ela também em um emprego começando a prática dela, começando a atender e a gente se perguntou.

O que elas devem fazer para ter a vida dos sonhos? (10:02)

Como que a gente faz pra ter essa vida simples, essa vida tranquila no meio da cidade, no meio da loucura e ela disse que tinha se voluntariado em alguns lugares, voluntariado em algumas fazendas no canadá, no norte do canadá, e sempre falava que tinha uma vontade latente muito grande de visitar a costa rica.

E sempre falava da costa rica, sempre aparecia costa rica de alguma forma, e aí eu falei para ela ‘’e se a gente fosse para costa rica’’ e ela ‘’mas como ir para costa rica?’’, ‘’como que a gente vai para costa rica?’’.

Nesse momento a gente já tinha começado a trabalhar junto, eu sempre tive problema de, essa é uma história para outro episódio, mas eu sempre tive problema de peso, sempre fui gordinha e eu consegui emagrecer trinta quilos e nunca mais voltar a engordar, quando eu trabalhei a minha mente, que é todo meu background em pnl, hipnose e coaching, tudo isso 

E também o meu corpo, que é o background da Laura, em nutrição holística, e quando a gente uniu essas duas coisas, quando eu une essas duas coisas dentro de mim, foi quando eu realmente consegui fazer uma grande transformação na minha vida.

E a gente começou a trabalhar junto, utilizando justamente essas duas coisas pra ajudar outras pessoas a passarem pelo mesmo processo, para conseguirem os mesmos resultados que eu tinha tido.

Então eu já tinha começado com isso, a Laura tinha uma outra ideia de vender um produto que eu falei ‘’eu posso te ajudar’’, eu deixei um dos empregos, a nossa prática, o nosso negócio junto começou a decolar, de coaching começou a decolar, começamos a ter mais clientes, eu deixei o outro trabalho também, então nesse momento eu não tinha nenhum trabalho que me prendesse, eu só tinha a minha prática, a Laura tinha um trabalho, e aí a gente falou, e se a gente fosse para costa rica? 

Se a gente consegue desfazer, não depender desse trabalho, na verdade não, a gente nesse momento nem precisaria não depender desse trabalho, a gente precisaria de um mês para ir pra costa rica, se a gente fosse experimentar.

[ Laura ]

A gente foi primeiro experimentar, porque não dava nesse momento pra fazer essa loucura de deixar tudo e ir embora para um lugar que a gente nem conhecia, por que muitas vezes achamos que o que queremos é o que queremos, mas ao longo da vida e das experiências que vamos tendo, vamos nos dando conta de que talvez não seja tão tão tão tanto assim, por exemplo, essa questão do breading breakfast no Brasil.

Eu achava que eu queria um breading breakfast no Brasil, onde eu poderia ter minha própria horta, ter um restaurante que alimenta as pessoas que vinham ficar no breading breakfast, enfim.

Mas aí falamos, a Tammy falou na verdade da costa rica, e depois de um mês, saiu a oportunidade de ir como voluntárias em uma fazenda, onde moramos um mês, na casa da árvore! Que a Tammy tinha projetado na cabeça dela que eu queria, mas na verdade não estava nos planos, mas eu manifestei! Manifestou, então moramos em uma casa na árvore do lado de um rio, durante um mês, e nós nos apaixonamos por essa vida.

Foi uma experiência alucinante onde começamos a questionar toda a vida que a gente tinha na cidade e não só na cidade, porque dentro de tudo, a gente tava na cidade, nós tínhamos uma vida mais tranquila do que muitas pessoas, mas mesmo assim, começamos a questionar o que realmente era importante, quanto daquilo hoje, realmente precisávamos fazer ter, então.

 Aí depois de estar chegando o final dessa estadia, nenhuma das duas queria ir embora claro e começamos a questionar como que a gente pode fazer para voltar e ficar aqui, por que não? E sim! se fosse possível.

Essa vida que tanto desejam é realmente possível? (14:09)

[ Tammy ]

É, e se fosse possível a gente começou a desenhar em um papel as reais possibilidades, será que dá? Dá para você deixar um porto seguro, digamos assim, que era o trabalho da Laura, será que dá pra você deixar esse trabalho?

E nesse momento a gente tinha começado a trabalhar em parceria com Tonny Robins, levando brasileiros para os eventos dele nos Estados Unidos, eram outro negócio que estava começando a se desenvolver nesse momento também, era remoto, não prendia a gente em nenhum lugar e a gente resolveu, foi um risco, que a gente tomou, assumiu, mas a gente resolveu experimentar.

Fizemos as contas, não foi baseado no nada e foi difícil, mas a Laura deixou o emprego que ela tinha, o trabalho que ela tinha que era um trabalho que de certa maneira ela sentia que tava ‘’vivendo a minha missão’’, ‘’contribuindo para o mundo’’, foi o propósito dela, contribuindo de alguma forma, e a gente foi para costa rica.

Passamos dois anos na costa rica, e foi aí que a laura percebeu que talvez o breading breakfast não era exatamente o que ela queria, por que não era o clima que mais batia com o DNA dela, digamos assim.

[ Laura ]

É, não é o que eu tinha imaginado na verdade, é o que eu falei, às vezes imaginamos que as coisas são do jeito, mas o mapa não é o território né, então uma vez que você vive e passa por uma experiência, você se dá conta de que talvez, os detalhes não sejam esses, o sonho continuava, e continuou!

Só que o formato e o lugar talvez não fossem esse mesmo, e gente teve dois anos maravilhosos na costa rica, passamos um tempão lindo, trabalhando muito lá dentro, o que nos levou a querer mudar um pouco isso.

E a gente estava como turistas, e a gente tinha que a cada três meses sair da costa rica estávamos no meio da montanha, tínhamos que atravessar a montanha, cada vez que a gente atravessava a montanha de ônibus, que os condutores de ônibus são doidos da cabeça, a Tammy passava mal, porque se enjoava, enfim, falamos chega, acho que já cumpriu o propósito.

A ida ao Brasil e a volta ao Canadá (16:39) 

Depois desse desafio, a gente decidiu ir pro Brasil, e aí fomos um ano, passamos um ano no Brasil, onde  gente mais uma vez se deu conta que não era aí, não era esse lugar o que a gente estava buscando, e sem saber exatamente, onde é esse lugar, pra onde a gente quer ir, e obviamente, tres anos curtindo a cada dia, mas, não era o que a gente estava buscando.

A gente voltou pra Canada, pro nosso porto seguro, o lugar que a gente sentia e considerava casa, que as duas sentiam como lar, que a gente sentia como casa, então, no Canadá, a gente aprendeu a olhar desde um outro ponto de vista, onde a gente foi buscar algo que a gente não tinha antes, em toronto, a gente tava morando na frente do parque, com uma vista, no décimo oitavo andar, uma vista linda, do lago, do parque, a gente caminhava todos os dias no parque, com mais contato com a natureza, que era o que a gente teve na costa rica e no brasil também! 

[ Laura ]

É, eu adorava descer do décimo oitavo andar todos os dias e caminhar pelos bosques, ou a floresta, como eu tinha na minha cabeça, mas chegou uma hora que a gente falou, peraí, estamos querendo viver um estilo de vida, onde estamos vivendo só a meia, eu queria viver na floresta!

Não descer e ser uma coisa meio que uma atividade que eu ia planejada, e aí tinha que sair e ficar dentro de casa, separada daquilo, e morando no canadá, onde 7 meses do ano são frios, muito frios e muito cinzas e a comida, a maior parte da das verduras e vegetais, vem de outros partes, porque não cresce tudo durante o ano todo, então vinha tudo em plástico da califórnia, do méxico, do chile, da argentina.

Então eu falei, peraí, estamos falando para as pessoas, para viver uma vida mais feliz, mais saudável, mais em contato com a natureza, mas a gente tá morando em um andar 18? 

Temos que pensar o que que a gente estava fazendo, não está sendo muito congruente e um pouco antes disso, de pensar naquilo, já tínhamos, dado nosso primeiro retiro, na toscana, na itália e fomos lá três ou quatro vezes antes e tínhamos nos apaixonados.

E saiu uma oportunidade de trabalhar lá, passar um tempo lá, então decidimos que talvez esse fosse o destino pra gente ir e recomeçar mais uma vez, já tinham recomeçado várias vezes, tres vezes na verdade ou quatro, perdi a conta, por que a gente individualmente tinha recomeçado, então falamos por que não?

A oportunidade está aí, não podemos deixar passar, tínhamos as duas, a possibilidade de morar na europa sem problemas por que temos passaporte e falamos ok, vamos fazer isso então!

[ Tammy ]

E mais uma vez a gente se desfez de tudo que a gente tinha, vendemos tudo, e vivemos em uma mala durante um tempo, por um trabalho do universo que a gente nunca explica, mas ele trabalha, às vezes a gente acha que é contra a gente, mas não!

Ele não deixou a gente ir pra Itália, experimentar a Itália logo de cara, por situações da, situações… da vida, exatamente, da vida, situações da vida a gente precisou esperar um tempo pra ir, a gente precisou ficar por aqui, mas a gente já tinha saído do Canadá, já tinha desfeito de tudo, então a gente ficou entre Brasil e Argentina, aproveitou pra passar tempo com a família, a família da Laura, a minha família. 

A gente aproveitou que a gente teria o nosso evento ao vivo no Brasil, foi em dezembro que a gente saiu do Canadá, a gente teria o evento em abril do ano seguinte, então aí entre Dezembro e Abril a gente ficou entre brasil e argentina. 

Vamos ficar na Argentina? (21:16)

E nessas indas e vindas a gente fez uma viagem de férias aqui na argentina com os pais da laura, aonde a gente veio cair aqui em San Javier, que é o lugar onde a gente mora hoje e  gente se apaixonou pela montanha, a gente se apaixonou pelo lugar, a gente se apaixonou pelas pessoas, pelo clima, a paisagem, por tudo! +

A gente se apaixonou, a gente esteve aqui em um airbnb durante 10 dias, a gente falou ‘’e se a gente ao invés de ir pra itália, a gente ficasse por aqui? Passasse um tempo por aqui’’, mas como? Mais uma vez, e se esse passar um tempo aqui, vamos dar uma olhada se existe alguma coisa aqui, sem nenhuma decisão de nada, simplesmente como uma curiosidade, vamos ver o que acontece. 

A gente passou dez dias vendo terreno pra comprar, que não era algo que a gente tinha 100% planejado fazer, mas a gente resolveu fazer, nem sabíamos se tínhamos o dinheiro suficiente para comprar. E durante os 10 dias a gente viu um monte de terreno que era lindo, mas… era linda mas… era linda mas… 

O Lugar especial (22:30)

No último dia a gente encontrou o lugar! Na verdade um lugar que a gente não ia ir para ver porque era maior do que a gente tava procurando, mas falamos, é, vamos, porque quem sabe?  A gente nem sabia se ia ter condição de se a gente quisesse, porque ainda não era o plano, se a gente quisesse, comprar o lugar! 

Só que chegamos aqui e o coração falou ‘’é o lugar! É aqui’’, as duas se olharam e batia, tudo batia com o sonho, com aquilo que a gente já tinha desenhado na nossa imaginação.

[ Laura ]

O sonho das duas né, porque fazer o sonho de uma pessoa não é fácil, de duas têm que coincidir ainda mais difícil. Mas tínhamos feito um checklist onde tínhamos todos os pontos, de tudo que a gente queria, já tínhamos passado por tudo que a gente não queria achando que queria. 

Então um dia falamos, vamos fazer um checklist onde tenhamos todos os pontos que o lugar tem que ter, e não só o lugar o lugar tem que ter, ‘’como que eu quero me sentir todos os dias?’’ ‘’o que que deve acontecer no lugar para que eu me sinta de determinada maneira’’.

[ Tammy ]

E por serem duas pessoas, é fundamental… foi fundamental que a gente realmente fizesse esse checklist porque se não podia acontecer coisas como eu achar que é uma floresta amazônica e ela acha que é um bosque no sul, então as coisas tinham que estar claras para que as duas pudessem utilizar essa imaginação, criar essa imagem dentro da nossa tela mental iguais.

Então esse checklist que a gente tinha não só na nossa cabeça, mas a gente fez isso por escrito… batia! Cada uma, ficaram talvez duas pendentes, uma ou duas, uma coisa apenas.

[ Laura ]

A gente queria um rio, alguma água que a propriedade tivesse, e não tem ainda… lugar muito seco, não tem ainda.

[ Tammy ]

Mas é algo que talvez ainda a gente ainda possa materializar em algum momento, mas nesse momento era a única coisa que não batia, nessa checklist. 

[ Laura ]

Aí ligamos para itália e falamos, acho que não vai ser a gente que vai para lá, então acabamos tomando a decisão de fazer acontecer, dar um jeito, usar as ferramentas para poder concretizar aquilo é bom.

Obviamente estamos contando a história dessa casa com um sol entrando pela janela, olhando para a montanha e um verde em volta, da lareira e nos sentindo bem todos os dias, vivendo a vida que sempre sonhamos, não só sonhamos como desenhamos né? 

[ Tammy ]

A gente criou essa vida, essa vida simples, essa vida tranquila, a gente criou e a gente não sabia como, e isso fica de história para um próximo episódio, mas a gente fez acontecer!

a gente criou uma chacra, uma chacra sustentável, auto sustentável, dentro do possível, onde a gente tem nossos animais, nossas galinhas nossa horta, uma parte da nossa alimentação já vem da nossa propriedade e a ideia é aumentar isso cada vez mais, mas basicamente, pouco a pouco, um passo de cada vez.

Construímos a segunda casa, primeira casa, segunda casa, tem tres anos, amanhã fazem três anos exatamente que a gente está aqui, e aliás nada melhor que gravar o primeiro episódio do podcast aqui pra comemorar isso, três anos de estar aqui, de ter concretizado o lugar, mas aqui na casa dois anos né, dois anos na casa, isso!

De ter concretizado essa vida que a gente desenhou, não aconteceu, ela foi desenhada, então o que a gente queria agora é que você pensasse sobre isso. 

Qual é a vida que você realmente quer viver? Você tem um checklist? Você já pensou nessa vida em detalhes? O que é que você exatamente quer que tenha essa vida? Como você quer se sentir exatamente quando você esteja vivendo que você esteja vivendo?

Faz isso, faz um checklist da sua vida ideal, coloca tudo que vier na sua cabeça, não importa se é uma lista pequena, ou é uma lista grande, o importante é que você tenha essa lista, e se você tem alguém que você compartilha essa vida, é importante que essa pessoa esteja dentro desse projeto, para que vocês possam criar esse sonho juntos, dentro da sua cabeça, é fundamental que você faça isso.

[ Laura ]

E se quiser, fique a vontade de compartilhar esse checklist com a gente, na verdade a gente grava do lado de cá, mas quer ouvir de você!
A gente gostaria muito de saber qual sua vida ideal, qual é seu checklist, faz ele e manda pra gente, dá um pulinho no nosso site ‘’www.puraeco.com.br’’ e lá você pode mandar um email para gente com a sua checklist da sua vida ideal.   

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